Sisters of Mercy

30 12 2008





Annie Lennox Love song for a Vampire

25 12 2008


Come into these arms again
And lay your body down
Th rhythm of this trembling heart
Is beating like a drum.
It beats for you, it bleeds for you
It knows not how it sounds.
For it is the drum of drums
It is the song of songs.

Once I had the rarest rose that
ever deigned to bloom.
Cruel winter chilled the balm,
And stole my flower too soon
O loneliness, O hopelessness
To search the ends of time,
For there is in all the world
No greater love than mine.

Love….Still falls the rain.
Still falls the night.
Be mine forever…

Let me be the only one
To keep you from the cold.
Now the floor of heavn is laid,
Its stars of brightest glow.
They shine for you.
They shine for you.
They burn for all to see.
Come into these arms again
And set this spirit free.





Compay Segundo

15 12 2008

 Aos cinco anos, com o falecimento de sua avó, mudou-se com sua família para a cidade de Santiago de Cuba. Compay Segundo afirmava que, desde os cinco anos, acendia os puros (charutos) para sua avó. Desde então, não deixou o hábito de fumar. Em Santiago, fez o que grande parte da população cubana fazia: aprendeu o ofício de enrolador de charutos. Ao mesmo tempo, dava aulas com uma jovem que o introduziu nos segredos do pentagrama, Noemí Toro. Por sua influência, Repilado optou pelo clarinete. Foi tocando este instrumento que Repilado fez sua primeira viagem a Havana, em 1929, com a Banda Municipal de Musica, na ocasião da inauguração do Capitolio Nacional.

Em 1935, com o guarachero Ñico Saquito e sua banda Cuban Star, viajou novamente à capital cubana – desta feita, para lá residir definitivamente.

Autodidata do violão, criou um novo instrumento de corda, mesclando aqueles instrumentos, o armónico. Muitas de suas composições musicais se caracterizam por seu conteúdo imaginativo e grande senso de humor. Na década de 30, com o quarteto Hatuey, viajou ao México, onde participou em dois filmes, México Lindo e Tierra Brava.

20060602163520-compay-segundo-21

Também foi no México onde integrou, como clarinetista, o grupo Matamoros e teve a oportunidade de trabalhar com o músico Benny Moré. Lá, também, fundou, em 1942, a dupla Los Compadres, cantando com o cubano Lorenzo Hierrezuelo. Lorenzo era a primeira voz e tinha o apelido de Compay Primo (primeiro compadre), enquanto Repilado era a segunda voz, o Compay Segundo, pseudônimo que o acompanhou até o fim de seus dias e pelo qual é reconhecido mundialmente.

Sobre o fato de que a segunda voz na música passou a se perder, sobretudo após as décadas de 40 e 50, Compay Segundo declarou “Os jovens não querem acompanhar nenhum cantor. Todos querem ser estrelas do dia para a noite. Veja quantos anos eu tive de esperar, quantos caminhos tive de andar, em quantos eventos tive de participar. E cá estou começando, nunca acabando.”

Sua carreira teve inúmeras mudanças; integrou o sexteto Los Seis Ases, o Cuarteto Cubanacán, e foi clarinetista da Banda Municipal de Santiago de Cuba. Em 1956 criou o grupo Compay Segundo y sus Muchachos, com quem trabalhou até sua morte.

Compay Segundo foi um artista único. A maneira que produzia o som se ajustava ao modelo da zona oriental de Cuba, pelo que é reconhecido como um grande representante da cubanía.

Os estilos em que transitava eram: son, guaracha, bolero, além de canciones com marcados matizes caribenhos. Sua voz, grave e redonda, acompanhou célebres cantores de fama internacional. Com os muchachos de seu grupo, foi capaz de fazer dançar multidões de todos os continentes. Realizou turnês pela América Latina e Europa, particularmente Espanha, onde gravou seus últimos discos. Sobretudo partir de 1992, criou-se, na Espanha, um ambiente favorável para a trova e o son tradicional e foram convidados antigos e respeitados músicos desse estilo. Com isso, em 1995, Compay Segundo teve uma antologia sua organizada por Santiago Auserón, e foi o início de sua consagração internacional e a retomada de sua carreira artística.

Compay Segundo participou ativamente do ambicioso projeto Buena Vista Social Club, um disco produzido por Ry Cooder, em 1996, em que se reuniram os grandes nomes da música cubana, como Ibrahim Ferrer, Juan de Marcos González, Rubén González, Manuel “Puntillita” Licea, Orlando “Cachaito” López, Manuel “Guajiro” Mirabal, Eliades Ochoa, Omara Portuondo, Barbarito Torres, Amadito “Tito” Valdés e Pio Leyva. O disco foi premiado com o Grammy e promoveu um ressurgimento fabuloso de músicos cubanos que, em alguns casos, estavam no ostracismo por mais de 10 anos.

O disco é o tema central do documentário homônimo, dirigido pelo alemão Wim Wenders. Ver Buena Vista Social Club (filme).

Aos 94 anos, estreou nos palcos como ator, em uma peça intitulada “Se secó el arroyto” (algo como “secou-se o riozinho”), baseada em uma de suas canções e que narra os amores frustrados de um casal de jovens nos anos anteriores à Revolução Cubana (1959).

Entre as canções mais conhecidas interpretadas por Compay Segundo se encontram: “Sarandonga”, “Saludos, Compay”, “¿Y tú, qué has hecho?”, “Amor de la loca juventud”, “Juramento” e “Veinte años”. Certamente, a mais famosa de todas é “Chan Chan”, que, segundo dizem, já foi ouvida até no Vaticano.

Compay Segundo faleceu em 2003, em Havana, próximo a sua família e com o respeito e a consideração de seus patrícios. Deixou cinco filhos. Nonagenário e muito bem-humorado, disse certa feita que ainda não havia se esquecido de como era o amor e que queria um sexto filho. Atribuiu-se sua morte a “desajuste metabólico agudo com insuficiência renal”. Foi sepultado em Santiago de Cuba.

Hasta sempre…..

 

 

 

 

 

 

Diggy in the grave





15 12 2008

Leonard Cohen

 

 

Leonard Cohen é natural de Montreal, no Canadá, onde nasceu em 1934, e onde cresceu inserido no seio de uma família judaica. Perdeu o pai quando tinha 9 anos, e o interesse pela música surgiu poucos anos depois. Aos treze começou a tocar guitarra para impressionar uma rapariga, no entanto as intenções tornaram-se bem mais sérias passado um ano e Cohen começou a actuar regularmente nos bares da cidade.
Ao contrário do que tudo indicava, foi através da escrita que Cohen entrou para a vida artística. Licenciou-se em Inglês pela McGill University, tendo ganho inclusivamente o Prémio McNaughton na área da escrita criativa. Lançou livros de poesia, o primeiro dos quais, “Let Us Compare Mythologies”, viu a luz do dia em 1956; seguiram-se dois romances editados na década de 60, nomeadamente “The Favorite Game” e “Beautiful Losers”.
Apesar de parecer que a sua faceta de escritor de canções estava adormecida desde os seus tempos de adolescente, a verdade é que Cohen nunca deixou de as escrever. E foi por meio de um convite de Judy Collins, uma cantora folk que deu os primeiros passos em palco em meados de 60, que o músico passou a ver a música no seu futuro de modo mais concreto. Judy cantava uma versão do tema “Suzanne”, de Cohen, que teve grande impacto na altura, pelo que a cantora decidiu desafiar o músico para se lhe juntar em palco no Newport Folk Festival, em 1967. Muitos outros espectáculos vieram por acréscimo e Cohen acabou por assinar contrato com a Columbia Records, que fez chegar ao mercado o seu álbum de estreia “The Songs of Leonard Cohen”, em 1968. O disco tornou-se num alvo de referência musical e literária para milhares de estudantes universitários, assim como para muitos dos seus colegas escritores de canções.
Seguiram-se “Songs From a Room” (1969) e “Songs of Love and Hate” (1971), que apesar de terem sido bem recebidos pela crítica, que, no entanto, punha em causa os dotes vocais do músico, não convenceram os fãs da mesma maneira que o primeiro álbum. Em 1973, foi editado “Leonard Cohen: Live Songs”, para além do que Gene Lesser produziu uma peça de teatro baseada na música e na vida (supostamente) de Cohen, intitulada “Sisters of Mercy”.
“New Skin For Old Ceremony” viu a luz do dia em 1974, e três anos depois foi a vez de “Death of a Ladie’s Man”, aquele que foi considerado o álbum mais controverso de Cohen, que contou na produção com Phil Spector. Em “I’m Your Man”, editado em 1985, Cohen juntou ao pessimismo habitual na poesia das suas letras uma vertente humorística, se bem que mais próxima do humor negro.
Em 1992, “The Future” chegou ao mercado e, apesar da edição de alguns álbuns ao vivo nos anos que se seguiram, novo conjunto de originais só chegaria aos escaparates em 2001, numa altura em que já poucos esperavam o regresso daquele que é considerado um dos maiores escritores de canções de finais da década de 60.
Estávamos em 1993. Leonard Cohen tinha lançado no ano anterior o álbum “The Future”, que para além de ter sido muito bem recebido pelo público, foi alvo de rasgados elogios por parte da crítica.

Um dos mais recentes trabalhos de Leonard Coehn. “I’m your man” um disco em jeito de banda sonora para um documentário de Lian Lunson sobre Leonard Cohen. Tudo começou com uma encomenda da Ópera de Sydney para um espectaculo de homenagem a Leonard Cohen. Foram convidados fãs e seguidores devotos da obra do Poeta/Cantor.  Rufus e Martha Wainright, Nick Cave, Beth Orton, Jarvis Cocker (Pulp), U2 entre muitos outros.  Este documentário regista todos os momentos de bastidor, entrevistas, depoimentos, excertos desse espectaculo honemagem. Quanto à música que se pode ouvir neste disco. É excelente. Aqui percebemos o fascínio que Leonard Cohen provoca ao longo das décadas e acima de tudo a sua tremenda influência musical e poética.

 

Diggy in the grave





Jimmy Page, Eric Clapton e Jeff Beck: Stairway to Heaven

13 12 2008

Se existe Céu então deve ser assim… Rock clássico no se melhor





Novo album Morrissey

8 12 2008

Morrissey vai lançar dia 16 de Fevereiro o seu novo album “Years of refusal”. Aqui fica já uma apresentação ao vivo daquele que será o seu single de apresentação “I’m throwing my arms around Paris”.