Mister Spock

4 05 2009

A personagem de mr.Spock foi das  personagens que desde a minha infância a que mais despertou para esse grande paradigma entre a razão e a lógica , entre o humano e a “descoberta”  da nossa essência como seres terrestres em contraste com as diferenças galácticas.

Leonard Nimoy volta a ser «Mr. Spock»

Leonard Nimoy volta a ser «Mr. Spock»

Mister Spock é uma personagem da série original de televisão Star Trek (O Caminho das Estrelas em Portugal, interpretado por Leonard Nimoy. Spock tem um sobrenome, nome de família, que nunca é indicado na série, porque é impronunciável por seres humanos.

Spock é o filho do embaixador vulcaniano Sarek e da sua esposa humana, a professora Amanda Grayson. Embora Spock se identifique como vulcaniano — o primeiro vulcaniano a se juntar à Frota Estelar, ao contrário dos desejos do seu pai, que gostaria que ele ingressasse na Academia de Ciências de Vulcano —, apresenta um conflito interno permanente entre a razão e a lógica da sua metade vulcaniana e da emoção e da intuição de sua metade humana. Para os padrões humanos, no entanto, é inacreditavelmente lógico e totalmente destemido face ao perigo.

 

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 A saga «Star Trek» vai voltar a despertar o sentimento galáctico, vai ser também o regresso da nave «Enterprsise» ao seu mais recôndito passado. O filme dirigido por J.J. Abrams vai ao início da missão quando o futuro «Captain Kirk» esteve quase em ficar em terra e fora de uma tripulação comandada pelo «Mr. Spock», que vai voltar a ter Leonard Nimoy no seu desempenho. A sequela conta como «James T. Kirk» se torna capitão da «Enterprise» e deverá estrear em Maio.

A história centra-se na invasão do Planeta Vulcano, onde nasceu o «Mr. Spock», mas é numa viagem no tempo que decorre da trama principal que Leonard Nmoy está de regresso à sua personagem e que deixou o actor de 77anos de boca aberta: «Eu nem queria acreditar!»

A história centra-se na invasão do Planeta Vulcano, onde nasceu o «Mr. Spock», mas é numa viagem no tempo que decorre da trama principal que Leonard Nmoy está de regresso à sua personagem e que deixou o actor de 77anos de boca aberta: «Eu nem queria acreditar!»

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

«Star Trek» está de volta para o «nascimento» do «Captain Kirk»

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Wiliam Shatner, pelo contrário, não escondeu a desilusão por não poder também estar de volta, mas o realizador afirmou que o «Captain Kirk» morreu no último filme da série, «Star Trek: Generations», em 1994. A estreia de Jornada nas Estrelas tem direção de J.J. Abrams (Missão Impossível III, Lost) deste novo capítulo desta saga será em 8 de maio de 2009.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sinopse

“11º filme da sequela “Jornada nas Estrelas”. Segundo especulações, a história ocorre antes da tripulação do Capitão Kirk assumir o comando da Enterprise, situada 160 anos antes do nascimento do personagem imortalizado por William Shatner. No primeiro filme da série, de 1979, um fenômeno alienígena de poder e tamanho descomunal se aproxima da Terra, destruindo tudo em seu caminho. A única nave que pode enfrentar esta força letal que ameaça a Terra é a U.S.S. Enterprise. O lendário comandante James T. Kirk (William Shatner) é convocado para a missão, mas algo perigoso pode destruir a U.S.S. Enterprise e toda a sua tripulação. Após o sucesso da série de TV “Jornada nas Estrelas” a Paramount tinha a intenção de levar seus personagens para uma longa-metragem. Várias versões para o roteiro do 1º filme foram feitas entre 1975 e 1977, sendo que uma história chamada “Star Trek: Planet of Titans” chegou a ser selecionada para servir como base para o filme. Entretanto, com o sucesso mundial de “Star Wars” em 1977, a Paramount decidiu por abortar o projeto antes mesmo do início das filmagens, alegando que não havia mercado suficiente para dois grandes filmes de ficção científica. “Jornada nas Estrelas – O Filme” é o primeiro de uma série de 10 filmes baseados na série da TV americana Star Trek.”

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Elenco : Chris Pine (Kirk), Zachary Quinto (Spock), Eric Bana (o vilão Nero), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), Anton Yelchin (Pavel Chekov), John Cho (Hikaru Sulu) e Karl Urban (Leonard “Bones” McCoy).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A história da saudação Birkat ha-Cohani

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“Desde criança que me recordo de uma bênção específica praticada regularmente na nossa sinagoga. Os dedos de cada mão eram separados para recriar o shin [ש], a letra hebraica que representa Shad-ai, um dos nomes divinos. Quando criámos a série StarTrek precisávamos desesperadamente de uma saudação única para o meu personagem. Lembrei-me daquele gesto ancestral e propus que o usássemos. O resto, como se costuma dizer, faz parte da história.
Porque me lembrei daquele gesto? Os actores tentam incutir algo de pessoal nos papéis que encarnam. Provavelmente, então, foi a convergência das minhas existências: espiritual e profissional. Assim, posso chamar àquela saudação o meu shalom vulcano, a minha saudação de paz, a minha ânsia pela bênção da paz: a busca ancestral do povo judeu, o meu povo. Birkat ha-Cohanim.”

Leonard Nimoy, actor, escritor e fotógrafo. Testemunho publicado na revista de domingo do New York Times, a 22 de Dezembro de 1996.

Diggy in the grave

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John Ford: “O” realizador

5 01 2009

 

De quando em vez, para desenjoar de programações ocas e fúetis, somos brindados com verdadeiras pérolas, com verdadeiros clássicos do Cinema e da TV a que o tempo só veio dar mais brilho.

 

Este sábado a TV2 apresentou um serão de luxo. Começou com “The searchers“, um fantástico filme que o insuspeito Steven Spielberg disse estar entre os 10 melhores filmes de sempre.

 

O serão continuou com um documentário sobre John Ford, o realizador desse filme e um dos mais prolificos realizadores de sempre.

 

Ford é hoje mais conhecido como o realizador dos westerns, mas foi mais, muito mais do que isso.

 

Ford é o realizador do crescimento dos EUA como uma nação, mas também foi um dos melhores realizadores que conseguiu captar a crueza da natureza humana, com todos os seus defeitos e imperfeições.

 

As suas personagens muito humanas, cheias de defeitos, que odeiam, que traem, são já marcos da história do cinema. Mas John Ford era também o realizador da redenção, daquele último gesto de altruismo e de humanidade que redimiam as personagens de todos os seus pecados. O seu passado irlandês e fortemente católico marcaram a sua cosmovisão e influenciaram sobremaneira a sua obra.

 

John Ford trabalhou com actores tão importantes como James Stewart, Henry Fonda, Spencer Tracy entre outros mas seria injusto relevar a importância que John Wayne teve na sua obra. Como qualquer bom realizador tinha um actor fetiche e Ford encontrou em John Wayne o veículo priveligiado para as suas personagens mais marcantes.

 

Ford sempre teve uma relação muito grande com as histórias humanas que simbolizavam as diferentes fases da jovem nação americana. Ele percebeu como ninguém que uma nação nova e voluntariosa precisava de mitos e hoje ninguém ousa dizer que Ford não foi o grande contador de histórias da América.

 

O resto do mundo agradece.

(texto também disponivel em http://camaradecomuns.blogs.sapo.pt/)




Grandes Filmes: Blue Velvet

21 11 2008

 Blue Velvet (1986) is screenwriter and maverick director David Lynch’s artistically bizarre cult film. It is an original look at sex, violence, crime and power under the peaceful exterior of small-town Americana in the mid-80s. Beneath the familiar, peaceful, ‘American-dream’ cleanliness of the daytime scenes lurks sleaziness, prostitution, unrestrained violence, and perversity – powerful and potentially-dangerous sexual forces that may be unleashed if not contained. A controversial film often criticized for its depiction of aberrant sexual behavior, the surrealistic, psychosexual film was a throwback to art films, 50s B-movies and teenage romances, film noir, and the mystery-suspense genre.





Alicia Keys and Jack White – 007 Quantum of Solace

8 11 2008

Another Way To Die





In memoriam: Paul Newman

28 09 2008

Com a morte deste grande actor que marcou a indústria cinematográfica desde os anos 50, resta apenas Robert Redford como o último grande ícone do cinema liberal que marcou a década de 70.

A morte, em pouco espaço de tempo, de Paul Newman e de Sidney Pollack veio dar um grande golpe naqueles que eram memórias vivas de um tempo em que Hollywood inovava e arriscava, em que os filmes eram armas políticas contra o establishment político e social.

Paul Newman fez parte de uma geração dourada que despontou nos inícios dos anos 50 e que eram figuras de proa, para além de Newman, Marlon Brando e James Dean.

Brando pode ter sido o mais histriónico, o mais expansivo, até mesmo o mais adorável, mas Newman foi o Melhor!

A Academia nunca foi justa com Paul Newman, acabando por ganhar o éscar de melhor actor com um filme que sendo bom, A Cor do dinheiro, não era de todo excepcional e não chegava ao nível de filmes como The Hustler, Cool Hand Luke, Hud, The Veredict e mesmo Fort Apache-The Bronx.

Estamos cada vez mais pobres…

http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Newman

http://www.imdb.com/name/nm0000056/





007 Quantum of Solace: Trailer

20 09 2008

Para aqueles que, como eu, não perdem uma aventura deste velho agente do MI6, aqui ficam o trailer e alguns links.

Para aguçar o apetite até à estreia em Novembro…

http://www.007.com/

http://www.imdb.com/title/tt0830515/

http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_of_Solace





Grandes Posters do Cinema: Velvet Goldmine

18 09 2008

É a Arte a imitar a Vida, ou esta a imitar a Arte?